Poesias urbanas, do cotidiano, da natureza das coisas, são temas do poeta. Seu universo poético varre, principalmente, os poemas curtos, incluindo haicais e aldravias, além de outros, sínteses de variadas inspirações filosóficas e mundanas.
quarta-feira, abril 10, 2019
segunda-feira, abril 01, 2019
CURTA 282
Importante ter paixão
pelo deserto!
Quando a gente começa
a ver tudo igual
só a paixão pelo deserto
nos faz acreditar
que tudo pode ser diferente!
sexta-feira, março 22, 2019
CURTA 281
Trajetórias
de trilhões
De nano e micropartículas
Se alteraram
em microssegundos
Repentinamente:
ELLA
sorriu-me arrebatadoramente.
E o mundo se
desorganizou
Em novos
caminhos.
É o caos
instalado.
quinta-feira, março 07, 2019
sexta-feira, fevereiro 15, 2019
CURTA 279
Essa Poesia instável
às vezes me foge
às vezes me atropela
sempre me rodeia.
Volátil como o prazer!
quinta-feira, novembro 22, 2018
A VERDADE SAI DO POÇO
O cérebro pede calma
A mente clama e reclama
O corpo pede cama
E essa alma que não ama!
A Verdade, nua e crua,
Se levanta de seu banho de lama
No fundo do poço, e exclama:
Socorro!
A mente clama e reclama
O corpo pede cama
E essa alma que não ama!
A Verdade, nua e crua,
Se levanta de seu banho de lama
No fundo do poço, e exclama:
Socorro!
domingo, outubro 28, 2018
DRAGÃO DA MALDADE
O Dragão da maldade
Me invade.
Não me chame de coitado
Pois não vou ficar calado
Vou falar em verso
Vou xingar em letra viva
Até minha palavra o ferir
E minha rima vai servir
Para meter o fogo na fervura
E minha voz, na função candura,
Não vai gritar o rancor
Vai apenas falar de amor.
Mas o amor pode exigir
Que exponha toda nossa dor
No cálice da levedura
Em fermentação, em cor.
Cor que agora é preta.
Mas minha alma é colorida.
Haverá sempre um outro dia
Para cantar nossa poesia.
Dragão, você não me cala,
Seu ódio apenas me embala.
Me invade.
Não me chame de coitado
Pois não vou ficar calado
Vou falar em verso
Vou xingar em letra viva
Até minha palavra o ferir
E minha rima vai servir
Para meter o fogo na fervura
E minha voz, na função candura,
Não vai gritar o rancor
Vai apenas falar de amor.
Mas o amor pode exigir
Que exponha toda nossa dor
No cálice da levedura
Em fermentação, em cor.
Cor que agora é preta.
Mas minha alma é colorida.
Haverá sempre um outro dia
Para cantar nossa poesia.
Dragão, você não me cala,
Seu ódio apenas me embala.
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